Não sei se estou sozinha nessa, mas não conto mais as vezes que me perguntei quem eu era realmente. Quer dizer, todos mudamos, mas até que ponto permanecemos? Sou dessas pessoas que ficam pulando de coluna em coluna, sem nunca se deixar cair no chão da própria mente. Até certo ponto, é bom, por que se chega a conhecer tantas máscaras em um mesmo rosto, mas o problema é que nunca se sabe qual delas é realmente sua.Se chega mais perto do limite do espaço, contudo mais longe do seu centro. É como ser uma pecinha de quebra cabeça que pode se encaixar naquela que precisar no momento. Enfim, não sei dizer bem onde acaba o eu e começa o eles. Provavelmente eles no fim das contas é a mesma coisa que eu, e só sei que sou o que sou no momento que largo o espelho e olho para uma folha de papel.
Tá, agora sendo menos pseudo filosófica-metafórica. Só postei isso porque a falta de assunto tá infeliz, e porque não quero largar meu querido blog
YO HO YO HO A JELLYBEAN FOR ME!
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