segunda-feira, 29 de março de 2010

On The Spot: Alice in Wonderland



“One day Alice came to a fork in the road and saw a Cheshire cat in a tree. Which road do I take? she asked. Where do you want to go? was his response. I don't know, Alice answered. Then, said the cat, it doesn't matter.”




Com a aproximação da estréia [ que já era para ter acontecido faz um tempinho] de Alice no País das Maravilhas no cinema, nada mais apropriado do que falar um pouco do surgimento da história. Não, nada deTim Burton, e sim de Lewis Carroll, o escritor que sabe-se lá como [ smells like dorgas] criou essa viagem incrível que é Alice.
Enfim,tudo começou em um passeio pelo rio Tâmisa. Lá, Carrol estava com Alice Pleasance Liddell ,e outras duas meninas de aproximadamente 10 anos. No caminho, ele começou a contar a história de uma menininnha que fora perseguir um coelho e terminou em um mundo fantástico. As crianças gostaram tanto que pediram que ele escrevesse aquilo.
E ele certamente o fez. O que viria a ser Alice in Wonderland chamava-se Alice's Adventures in Underground. Essa primeira versão ainda não contava com duas das figuras mais chamativas e fascinantes da versão conhecida : O Chapeleiro Maluco, e claro, Cheshire Cat [ que foi baseado em estátuas de gatos sorridentes, muito vistas na cidade natal do escritor].
Quando publicada, a obra imediatamente foi difundida, tendo entre seus leitores ninguém menos que Oscar Wilde e a Rainha Vitória. Incrivel de pensar, ainda, que tudo isso ocorreu a cerca de 150 anos!! Mesmo que a versão cinematográfica seja uma adaptação, não seguindo a história original, é sem dúvida imperdível para os fãs!

domingo, 28 de março de 2010

Eco Pirate - O ano do Tigre


Muitos sabem que esse ano é, no calendário chinês, o Ano do Tigre. É também, dizem muitos especialistas, talvez o último ano em que vamos ver esse animal na natureza. Sim, os tigres, todas as suas aproximadas 9 subespécies [ das quais poucas ainda restam] , estão a um fio da extinção fora de cativeiro.
É até estranho, um animal tão icônico, mas tão pouco protegido. Atualmente, a caça à espécie é forte em países como a China, que usam partes do animal em sua medicina e em rituais baseados em crenças ancestrais. Além disso, não há mais diversidade genética para garantir a sobrevivência do animal, dizem. Infelizmente, não há muito a ser feito para salvá-lo, pois mesmo se as caçadas e destruição do habitat acabassem, ainda deveria-se contar com a sorte, pois grande parte dos exemplares selvagens são parentes, muito sucetíveis a epidemias.
Não são só eles que correm perigo. Animais tão conhecidos, como guepardos, ursos polares, e até mesmo leões, são cada vez mais raros na natureza. Nem vou repitir o clássico descurso, porque tanto eu como você sabemos como resolver isso. É assim, ironicamente, que começamos o Ano do Tigre.

sábado, 13 de março de 2010

Um conto inacabado

Chovia muito, e o hidroavião oscilava com o vento constante. Todos dormiam menos ela e o piloto. Com tantos relâmpagos, não conseguiria mesmo. O som dos trovões era terrível, gritos, rugidos de seres impensáveis. Galhos brilhantes, garras azuis e vermelhas envolvendo as nuvens. Não era mesmo uma boa hora para voar, mas tinham que visitar a casa da avó, e só havia esse modo de chegar lá.
Estava ouvindo música, tentando evitar os pensamentos decorrentes de um avião em uma tempestade. Não era sua impressão, ela estava piorando, como uma mão se fechando ao redor daquele mísero pássaro de ferro. Tudo estava mais escuro do que deveria, e os fios de sua nuca a avisaram segundos antes do ocorrido. A porta se abrira, sugando o ar. Ninguém sequer notou aquilo, apenas ela, que começou a ser tragada. Segurou-se no assento, mas era tarde demais.
Tudo foi lento, ou a menina rápida. Viu de relance todos sentados, com os olhos fechados, sem sequer notar quem se afastava como uma folha ao vento. Não, não estava caindo. A porta se fechou, e logo notou que sua direção era para cima. Flutuava graciosamente, não sentia frio, nem calor, nem os pingos ou o vento. Um lindo contorno vermelho iluminou o céu. Ela conseguiu ver perfeitamente a forma do raio, algo tão comum e subconsciente que alcançava a linha do familiar. “ .. cause you know sometimes words have two meanings...” –a música ainda tocava, quase em sincronia com a realidade, assustadoramente até - ” Sometimes all of our thoughts are misgiving....Oh, it makes me wonder...” Irônico, para dizer o mínimo.
Chegara ao ponto onde as nuvens acabavam, olhou para cima, e tudo o que viu foi um azul tenro e estrelado, iluminado de leve pelo prenúncio de um dia. Lágrimas escorriam, e tudo foi se enegrecendo. Só pôde ver uma forma negra ondulando em sua direção -"Ground control...
Continua em breve :P

sexta-feira, 12 de março de 2010

Cinco Minutos

Não sei se estou sozinha nessa, mas não conto mais as vezes que me perguntei quem eu era realmente. Quer dizer, todos mudamos, mas até que ponto permanecemos? Sou dessas pessoas que ficam pulando de coluna em coluna, sem nunca se deixar cair no chão da própria mente. Até certo ponto, é bom, por que se chega a conhecer tantas máscaras em um mesmo rosto, mas o problema é que nunca se sabe qual delas é realmente sua.Se chega mais perto do limite do espaço, contudo mais longe do seu centro. É como ser uma pecinha de quebra cabeça que pode se encaixar naquela que precisar no momento. Enfim, não sei dizer bem onde acaba o eu e começa o eles. Provavelmente eles no fim das contas é a mesma coisa que eu, e só sei que sou o que sou no momento que largo o espelho e olho para uma folha de papel.


Tá, agora sendo menos pseudo filosófica-metafórica. Só postei isso porque a falta de assunto tá infeliz, e porque não quero largar meu querido blog
YO HO YO HO A JELLYBEAN FOR ME!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Poor, Poor Faun


Poor faun... lost in our grey, falls as fast as the day. While the forest vanishes away, he seats and wait, wait. “What can I do?” wonders the poor creature. Well, that was indeed a good question, for he has no longer the fisical strength of yesterday, just his soul, young and fresh like a baby borned today.
Now imagine, my dear friend, how he feels. His world, friends and family are ill, and he can’t help it, even with all the power of his will. His eyes watch the sunset, knowing there might not be a sunrise. Each time he winks, a friend turns to dust, gone with the wind.
“And what do I have to do with all that?” you ask. You may not know, but you can solve it all. You know what I mean, so I won’t write a whole text to convince. The faun... perhaps he nevers appears again, but that wouldn’t be in vain, for his words were: Grey people? Insane, if you ask me, but they know how to change, and that’s a hope I feed.